"Muito boa gente confunde as flexões poder(es/mos/em) e puder(es/mos/em) do verbo poder.
A primeira pertence ao Infinitivo Pessoal e usa-se sobretudo com preposições como para ou de, por exemplo em frases do tipo: "Para poderem escrever bem, devem ler muito!" ou "O facto de podermos sair mais cedo não obriga a que o façamos."
A segunda corresponde ao Futuro do Conjuntivo e usa-se com as conjunções se e quando, em orações subordinadas condicionais ou temporais, como nestas frases: "Se puderem, leiam este livro durante as férias", ou "Quando pudermos, iremos ter contigo."
Para as distinguir, convém notar que a diferença não é apenas visível (levando à tal hesitação entre escrever a forma verbal com o ou com u), é também audível: nas flexões que se grafam com u (as do Futuro do Conjuntivo), o som do e é sempre aberto ("é"). Se o som do e, pelo contrário, for semi-fechado ("ê"), é garantido que a forma em causa se escreve com o.
Simples, não?"
A primeira pertence ao Infinitivo Pessoal e usa-se sobretudo com preposições como para ou de, por exemplo em frases do tipo: "Para poderem escrever bem, devem ler muito!" ou "O facto de podermos sair mais cedo não obriga a que o façamos."
A segunda corresponde ao Futuro do Conjuntivo e usa-se com as conjunções se e quando, em orações subordinadas condicionais ou temporais, como nestas frases: "Se puderem, leiam este livro durante as férias", ou "Quando pudermos, iremos ter contigo."
Para as distinguir, convém notar que a diferença não é apenas visível (levando à tal hesitação entre escrever a forma verbal com o ou com u), é também audível: nas flexões que se grafam com u (as do Futuro do Conjuntivo), o som do e é sempre aberto ("é"). Se o som do e, pelo contrário, for semi-fechado ("ê"), é garantido que a forma em causa se escreve com o.
Simples, não?"




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