Previsão da ondulacao para esta semana: "chegada de novo swell de 6.a para sáb com ondulação de 4,5/5m com 12 de período. Bafureira com mare mais vazia."Quê?!
"O que é: O "surf" é um desporto radical realizado na superfície das ondas, onde o desportista as desce em pé e com uma prancha própria. Uma das primeiras manobras do "surf" é o simples acto de remar deitado em cima de uma prancha. Por muito básico que pareça este movimento, ele é importantíssimo em todas as fases de aprendizagem/prática do desporto.
História: Pode-se dizer que o início da história do "surf" se perde um pouco no tempo. Talvez os habitantes das ilhas, que se dedicavam à pesca, aproveitassem as ondas como forma mais rápida de trazer as suas canoas para terra. No século XII, os "surfistas" havaianos gravaram nas rochas vulcânicas a sua tradição, supondo-se que foi nestas ilhas que pela primeira vez foram “surfadas” ondas com uma prancha. As primeiras pranchas eram grandes e feitas de madeira vermelha. O "surf" era praticado apenas por uma elite, mas com o passar do tempo o seu acesso foi alargado ao povo. Os europeus tomaram pela primeira vez contacto com o "surf" quando, em 1778, o capitão James Cook descobriu as ilhas havaianas. Foi já no início do século XX que os havaianos residentes perto da praia de Waikiki recomeçaram a “surfar”. O pai do "surf", tal como é conhecido actualmente, é Duke Kahanamoku, que “surfou” publicamente nos Estados Unidos, em Corona Del Mar, em 1912, e introduziu a modalidade na Austrália, em 1915. Depois da 1.ª Guerra Mundial e tendo em conta a evolução na pesquisa de materiais, sentiu-se a necessidade de alterar as pesadas pranchas existentes por outras feitas com um material diferente. Em 1935, Tom Blake acrescentou um estabilizador (quilha) na parte inferior da prancha, o que permitiu maior estabilidade direccional. Fruto da 2.ª Guerra Mundial surge a fibra de vidro que vem reduzir drasticamente o peso das pranchas, mas a grande redução quer no peso quer no tamanho das mesmas surgiu com o poliuretano, resultado das experiências realizadas por Gordon Clark e Hobie Alter durante os anos 50.
Dicionário:
História: Pode-se dizer que o início da história do "surf" se perde um pouco no tempo. Talvez os habitantes das ilhas, que se dedicavam à pesca, aproveitassem as ondas como forma mais rápida de trazer as suas canoas para terra. No século XII, os "surfistas" havaianos gravaram nas rochas vulcânicas a sua tradição, supondo-se que foi nestas ilhas que pela primeira vez foram “surfadas” ondas com uma prancha. As primeiras pranchas eram grandes e feitas de madeira vermelha. O "surf" era praticado apenas por uma elite, mas com o passar do tempo o seu acesso foi alargado ao povo. Os europeus tomaram pela primeira vez contacto com o "surf" quando, em 1778, o capitão James Cook descobriu as ilhas havaianas. Foi já no início do século XX que os havaianos residentes perto da praia de Waikiki recomeçaram a “surfar”. O pai do "surf", tal como é conhecido actualmente, é Duke Kahanamoku, que “surfou” publicamente nos Estados Unidos, em Corona Del Mar, em 1912, e introduziu a modalidade na Austrália, em 1915. Depois da 1.ª Guerra Mundial e tendo em conta a evolução na pesquisa de materiais, sentiu-se a necessidade de alterar as pesadas pranchas existentes por outras feitas com um material diferente. Em 1935, Tom Blake acrescentou um estabilizador (quilha) na parte inferior da prancha, o que permitiu maior estabilidade direccional. Fruto da 2.ª Guerra Mundial surge a fibra de vidro que vem reduzir drasticamente o peso das pranchas, mas a grande redução quer no peso quer no tamanho das mesmas surgiu com o poliuretano, resultado das experiências realizadas por Gordon Clark e Hobie Alter durante os anos 50.
Dicionário:
Flat: Se não há ondas, o mar está flat.
Swell: Quando as ondas estão para chegar.
Offshore: Significa que o vento vem de terra.
Onshore: O vento vem de mar e fecha a onda de forma mais rápida.
Tubo: Quando o surfista consegue estar dentro da onda, fazendo assim a analogia com um tubo oco.
Aéreo: A manobra é feita na “crista da onda”.
Esquerdas e direitas: está relacionado com o lado para onde rebenta a onda. Portanto, se a onda começou a rebentar para o lado esquerdo o surfista fará uma esquerda e vice-versa.
As melhores zonas em Portugal: Portugal tem a grande vantagem de ter bons "swells" durante quase todo o ano. De Norte para Sul, as preferências dos surfistas vão para: Moledo, Viana do Castelo, Matosinhos, Aveiro Barra, Peniche, Santa Cruz, Praia Grande, Guincho, Carcavelos, Costa da Caparica, Fonte da Telha, São Torpes, Sagres, Açores (grupo central e S. Miguel) e Madeira.
Equipamento: Uma boa prancha é vital para um bom desempenho. É importante que ela esteja adaptada ao tamanho e às características físicas de cada atleta. Nas lojas especializadas, cada pessoa é informada acerca das características que a sua prancha deve ter. Paralelamente, não nos podemos esquecer da importância do “shop”, do “axe” e do fato de neoprene. O “shop” é o fio que liga o atleta à prancha através do calcanhar, permitindo assim uma busca rápida do material. O “axe” (vulgarmente conhecido por cera) é importante e tem como objectivo segurar os pés do surfista durante a onda. O fato de neoprene é essencial porque, tendo em conta o grande tempo que se vai estar dentro de água, é indispensável estar-se bem protegido." (in http://jn.sapo.pt/2007/04/11/dossier/Surf.html)
As melhores zonas em Portugal: Portugal tem a grande vantagem de ter bons "swells" durante quase todo o ano. De Norte para Sul, as preferências dos surfistas vão para: Moledo, Viana do Castelo, Matosinhos, Aveiro Barra, Peniche, Santa Cruz, Praia Grande, Guincho, Carcavelos, Costa da Caparica, Fonte da Telha, São Torpes, Sagres, Açores (grupo central e S. Miguel) e Madeira.
Equipamento: Uma boa prancha é vital para um bom desempenho. É importante que ela esteja adaptada ao tamanho e às características físicas de cada atleta. Nas lojas especializadas, cada pessoa é informada acerca das características que a sua prancha deve ter. Paralelamente, não nos podemos esquecer da importância do “shop”, do “axe” e do fato de neoprene. O “shop” é o fio que liga o atleta à prancha através do calcanhar, permitindo assim uma busca rápida do material. O “axe” (vulgarmente conhecido por cera) é importante e tem como objectivo segurar os pés do surfista durante a onda. O fato de neoprene é essencial porque, tendo em conta o grande tempo que se vai estar dentro de água, é indispensável estar-se bem protegido." (in http://jn.sapo.pt/2007/04/11/dossier/Surf.html)
E já agora...



2 comentários:
Viana rocks!!
Thanks! Espero passa-la a verde em breve ;)
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