Pas de La Casa, Andorra. Muito sky, muita batota, mas a primeira, da que se esperam muitas, snowtrip tuga.
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
DIALECTO DE TERNURA
Previsão da ondulacao para esta semana: "chegada de novo swell de 6.a para sáb com ondulação de 4,5/5m com 12 de período. Bafureira com mare mais vazia."Quê?!
"O que é: O "surf" é um desporto radical realizado na superfície das ondas, onde o desportista as desce em pé e com uma prancha própria. Uma das primeiras manobras do "surf" é o simples acto de remar deitado em cima de uma prancha. Por muito básico que pareça este movimento, ele é importantíssimo em todas as fases de aprendizagem/prática do desporto.
História: Pode-se dizer que o início da história do "surf" se perde um pouco no tempo. Talvez os habitantes das ilhas, que se dedicavam à pesca, aproveitassem as ondas como forma mais rápida de trazer as suas canoas para terra. No século XII, os "surfistas" havaianos gravaram nas rochas vulcânicas a sua tradição, supondo-se que foi nestas ilhas que pela primeira vez foram “surfadas” ondas com uma prancha. As primeiras pranchas eram grandes e feitas de madeira vermelha. O "surf" era praticado apenas por uma elite, mas com o passar do tempo o seu acesso foi alargado ao povo. Os europeus tomaram pela primeira vez contacto com o "surf" quando, em 1778, o capitão James Cook descobriu as ilhas havaianas. Foi já no início do século XX que os havaianos residentes perto da praia de Waikiki recomeçaram a “surfar”. O pai do "surf", tal como é conhecido actualmente, é Duke Kahanamoku, que “surfou” publicamente nos Estados Unidos, em Corona Del Mar, em 1912, e introduziu a modalidade na Austrália, em 1915. Depois da 1.ª Guerra Mundial e tendo em conta a evolução na pesquisa de materiais, sentiu-se a necessidade de alterar as pesadas pranchas existentes por outras feitas com um material diferente. Em 1935, Tom Blake acrescentou um estabilizador (quilha) na parte inferior da prancha, o que permitiu maior estabilidade direccional. Fruto da 2.ª Guerra Mundial surge a fibra de vidro que vem reduzir drasticamente o peso das pranchas, mas a grande redução quer no peso quer no tamanho das mesmas surgiu com o poliuretano, resultado das experiências realizadas por Gordon Clark e Hobie Alter durante os anos 50.
Dicionário:
História: Pode-se dizer que o início da história do "surf" se perde um pouco no tempo. Talvez os habitantes das ilhas, que se dedicavam à pesca, aproveitassem as ondas como forma mais rápida de trazer as suas canoas para terra. No século XII, os "surfistas" havaianos gravaram nas rochas vulcânicas a sua tradição, supondo-se que foi nestas ilhas que pela primeira vez foram “surfadas” ondas com uma prancha. As primeiras pranchas eram grandes e feitas de madeira vermelha. O "surf" era praticado apenas por uma elite, mas com o passar do tempo o seu acesso foi alargado ao povo. Os europeus tomaram pela primeira vez contacto com o "surf" quando, em 1778, o capitão James Cook descobriu as ilhas havaianas. Foi já no início do século XX que os havaianos residentes perto da praia de Waikiki recomeçaram a “surfar”. O pai do "surf", tal como é conhecido actualmente, é Duke Kahanamoku, que “surfou” publicamente nos Estados Unidos, em Corona Del Mar, em 1912, e introduziu a modalidade na Austrália, em 1915. Depois da 1.ª Guerra Mundial e tendo em conta a evolução na pesquisa de materiais, sentiu-se a necessidade de alterar as pesadas pranchas existentes por outras feitas com um material diferente. Em 1935, Tom Blake acrescentou um estabilizador (quilha) na parte inferior da prancha, o que permitiu maior estabilidade direccional. Fruto da 2.ª Guerra Mundial surge a fibra de vidro que vem reduzir drasticamente o peso das pranchas, mas a grande redução quer no peso quer no tamanho das mesmas surgiu com o poliuretano, resultado das experiências realizadas por Gordon Clark e Hobie Alter durante os anos 50.
Dicionário:
Flat: Se não há ondas, o mar está flat.
Swell: Quando as ondas estão para chegar.
Offshore: Significa que o vento vem de terra.
Onshore: O vento vem de mar e fecha a onda de forma mais rápida.
Tubo: Quando o surfista consegue estar dentro da onda, fazendo assim a analogia com um tubo oco.
Aéreo: A manobra é feita na “crista da onda”.
Esquerdas e direitas: está relacionado com o lado para onde rebenta a onda. Portanto, se a onda começou a rebentar para o lado esquerdo o surfista fará uma esquerda e vice-versa.
As melhores zonas em Portugal: Portugal tem a grande vantagem de ter bons "swells" durante quase todo o ano. De Norte para Sul, as preferências dos surfistas vão para: Moledo, Viana do Castelo, Matosinhos, Aveiro Barra, Peniche, Santa Cruz, Praia Grande, Guincho, Carcavelos, Costa da Caparica, Fonte da Telha, São Torpes, Sagres, Açores (grupo central e S. Miguel) e Madeira.
Equipamento: Uma boa prancha é vital para um bom desempenho. É importante que ela esteja adaptada ao tamanho e às características físicas de cada atleta. Nas lojas especializadas, cada pessoa é informada acerca das características que a sua prancha deve ter. Paralelamente, não nos podemos esquecer da importância do “shop”, do “axe” e do fato de neoprene. O “shop” é o fio que liga o atleta à prancha através do calcanhar, permitindo assim uma busca rápida do material. O “axe” (vulgarmente conhecido por cera) é importante e tem como objectivo segurar os pés do surfista durante a onda. O fato de neoprene é essencial porque, tendo em conta o grande tempo que se vai estar dentro de água, é indispensável estar-se bem protegido." (in http://jn.sapo.pt/2007/04/11/dossier/Surf.html)
As melhores zonas em Portugal: Portugal tem a grande vantagem de ter bons "swells" durante quase todo o ano. De Norte para Sul, as preferências dos surfistas vão para: Moledo, Viana do Castelo, Matosinhos, Aveiro Barra, Peniche, Santa Cruz, Praia Grande, Guincho, Carcavelos, Costa da Caparica, Fonte da Telha, São Torpes, Sagres, Açores (grupo central e S. Miguel) e Madeira.
Equipamento: Uma boa prancha é vital para um bom desempenho. É importante que ela esteja adaptada ao tamanho e às características físicas de cada atleta. Nas lojas especializadas, cada pessoa é informada acerca das características que a sua prancha deve ter. Paralelamente, não nos podemos esquecer da importância do “shop”, do “axe” e do fato de neoprene. O “shop” é o fio que liga o atleta à prancha através do calcanhar, permitindo assim uma busca rápida do material. O “axe” (vulgarmente conhecido por cera) é importante e tem como objectivo segurar os pés do surfista durante a onda. O fato de neoprene é essencial porque, tendo em conta o grande tempo que se vai estar dentro de água, é indispensável estar-se bem protegido." (in http://jn.sapo.pt/2007/04/11/dossier/Surf.html)
E já agora...
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
BACALHAU À GOMES SÁ
Ingredientes para 4 pessoas:
500 gramas de bacalhau, 500 gramas de batatas, 1,5 dl de azeite, 1 dente de alho, 2 cebolas, 2 ovos cozidos, azeitonas pretas, salsa, 5 dl. de leite, sal e pimenta
Modo de preparar:
"Demolha-se o bacalhau; coloca-se num tacho e esclada-se com agua a ferver. Tapa-se a abafa-se o recipiente com um cobertor e deixa-se ficar assim durante 20 minutos.
Depois escorre-se o bacalhau, retiram-se-lhe as peles e as espinhas e desfaz-se em lascas. Põem-se estas num recipiente fundo, cobrem-se com leite bem quente e deixam-se ficar em infusão 1,5 a 3 horas.
Entretanto, cortam-se as cebolas às rodelas e o dente às rodelas e levam-se a alourar ligeiramente com azeite. Juntam-se as batatas , que se cozeram com a pele, se pelaram e se cortaram às rodelas. Junta-se ainda o bacalhau escorrido. Mexe-se tudo ligeiramente, mas sem deixar refogar. Tempera-se com sal e pimenta. Deita-se imediatamente num tabuleiro de barro e leva-se a forno bem quente durante 10 minutos.
Serve-se no prato em que foi ao forno, polvilhado com salsa picada e enfeita-se com rodelas de ovo cozido e azeitonas pretas. Esta é a verdadeira receita do bacalhau à Gomes de Sá tal como a criou o seu inventor, que foi comerciante de bacalhau na cidade do Porto (ndr.: não sei bem se é assim!!!)."
Modo de preparar:
"Demolha-se o bacalhau; coloca-se num tacho e esclada-se com agua a ferver. Tapa-se a abafa-se o recipiente com um cobertor e deixa-se ficar assim durante 20 minutos.
Depois escorre-se o bacalhau, retiram-se-lhe as peles e as espinhas e desfaz-se em lascas. Põem-se estas num recipiente fundo, cobrem-se com leite bem quente e deixam-se ficar em infusão 1,5 a 3 horas.
Entretanto, cortam-se as cebolas às rodelas e o dente às rodelas e levam-se a alourar ligeiramente com azeite. Juntam-se as batatas , que se cozeram com a pele, se pelaram e se cortaram às rodelas. Junta-se ainda o bacalhau escorrido. Mexe-se tudo ligeiramente, mas sem deixar refogar. Tempera-se com sal e pimenta. Deita-se imediatamente num tabuleiro de barro e leva-se a forno bem quente durante 10 minutos.
Serve-se no prato em que foi ao forno, polvilhado com salsa picada e enfeita-se com rodelas de ovo cozido e azeitonas pretas. Esta é a verdadeira receita do bacalhau à Gomes de Sá tal como a criou o seu inventor, que foi comerciante de bacalhau na cidade do Porto (ndr.: não sei bem se é assim!!!)."
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
WITH DEATH ON THE PITCH
Este fim-de-semana vi um documentário na SIC Noticias que me deixou perplexo. Supostamente as mortes súbitas que têm acontecido nos estádios de futebol estão relacionadas com a tomada excessiva de analgésicos e anti-inflamatórios por parte dos jogadores de futebol. O documentário chama-se "With Death On The Pitch", realizado por Miki Mistrati.Em baixo segue um excerto das contra-indicações dos Anti-inflamatórios não esteróides (Voltaren o mais conhecido) extraído do site do Infarmed:
"O risco cardiovascular trombótico, dos inibidores selectivos da cicloxigenase de tipo 2, parece depender da dose e da duração do tratamento e pode ser variável de fármaco para fármaco. Enquanto não se concluem os estudos em curso devem respeitar-se as contra-indicações referidas e utilizar a menor dose eficaz e pelo menor período de tempo possível. Deve sublinhar-se que o risco cardiovascular dos anti-inflamatórios não esteróides clássicos é igualmente significativo, aguardando-se a sua reavaliação."
sexta-feira, 4 de janeiro de 2008
DAFT PUNK
Viram centenas de vezes os primeiros telediscos dos Daft Punk e quiseram saber como acabava o animé - "Interstella 5555"? Então estão cheios de sorte, aqui estão eles todos em baixo!
Parte 1: http://www.youtube.com/watch?v=i9fJQIrlAm8&feature=related
Parte 2: http://www.youtube.com/watch?v=jX0yGWl5PPA&feature=related
Parte 3: http://www.youtube.com/watch?v=UmTAiJgW_aY&feature=related
Parte 4: http://www.youtube.com/watch?v=FAK_jtOf70g&feature=related
Parte 5: http://www.youtube.com/watch?v=taYRIOoHACU&feature=related
Parte 6: http://www.youtube.com/watch?v=bb5-qvSQ11U&feature=related
Parte 7: http://www.youtube.com/watch?v=CS50Agoq9is&feature=related
Parte 8: http://www.youtube.com/watch?v=vXD0Xb6aZJI&feature=related
Parte 9: http://www.youtube.com/watch?v=h7plh12uCDI&feature=related
Parte 10: http://www.youtube.com/watch?v=xxHKipDk_nw&feature=related
Parte 11: http://www.youtube.com/watch?v=F7LfOZm_th4&feature=related
Parte 12: http://www.youtube.com/watch?v=1j6rTOw-qZw&feature=related
Parte 13.I: http://www.youtube.com/watch?v=X-N8lkZj4-A&feature=related
Parte 13.II: http://www.youtube.com/watch?v=PFOVDkSVs04&feature=related
Parte 1: http://www.youtube.com/watch?v=i9fJQIrlAm8&feature=related
Parte 2: http://www.youtube.com/watch?v=jX0yGWl5PPA&feature=related
Parte 3: http://www.youtube.com/watch?v=UmTAiJgW_aY&feature=related
Parte 4: http://www.youtube.com/watch?v=FAK_jtOf70g&feature=related
Parte 5: http://www.youtube.com/watch?v=taYRIOoHACU&feature=related
Parte 6: http://www.youtube.com/watch?v=bb5-qvSQ11U&feature=related
Parte 7: http://www.youtube.com/watch?v=CS50Agoq9is&feature=related
Parte 8: http://www.youtube.com/watch?v=vXD0Xb6aZJI&feature=related
Parte 9: http://www.youtube.com/watch?v=h7plh12uCDI&feature=related
Parte 10: http://www.youtube.com/watch?v=xxHKipDk_nw&feature=related
Parte 11: http://www.youtube.com/watch?v=F7LfOZm_th4&feature=related
Parte 12: http://www.youtube.com/watch?v=1j6rTOw-qZw&feature=related
Parte 13.I: http://www.youtube.com/watch?v=X-N8lkZj4-A&feature=related
Parte 13.II: http://www.youtube.com/watch?v=PFOVDkSVs04&feature=related
Ou tudo junto: http://video.google.com/videoplay?docid=5585590460724266855
E um pequeno excerto, o meu favorito:
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
THE VEILS
Hoje andei à procura de uma das minhas músicas preferidas ("The Leavers Dance") pelo espaço cibernético, para pôr aqui. Dizem que tem tudo e ainda mais alguma coisa, menos essa música, pelo menos em formato teledisco. Quer dizer, havia um youtube de uma série manhosa com a Alyssa Milano ou um excerto do anúncio da Optimus, mas não era bem isso que eu queria.
Entretanto descobri que a música que os protugueses adoraram há uns verões atrás nunca saiu como single. Mas descobri também esta música muito boa, ora oiçam!
2008!!!!
Ainda não se pode dizer que já me ponha de pé, quanto mais "dropar", mas.... AINDA!!!!!!! ;)
Mais umas manhãs como estas, e não interessa quantas!, e estás lá.
E quem quiser experimentar ou simplesmente fazer companhia, é só aparecer. Carcavelos ou Costa da Caparica (junto ao Barbas) têm sido os meus spots.
Ah! E BOM ANO DE 2008!!!!!
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